nascimento dos EUA.

28-02-2012 19:10

 

 
Antecedentes:
No séc. XVIII – Inglaterra,  maior império colonial, tinha 13 colónias na costa
Atlântica da América do Norte.  (ver mapa da pág.26)
Diferenças Características Comuns
Norte: população burguesa. Economia
comercial e industrial
Sul: população rural. Economia
agrícola.
- Língua
- espírito de trabalho e iniciativa;
- capacidade de explorar as riquezas naturais
- grande tradição de liberdade de pensamento
e económica

Factores:
 A burguesia empreendedora não aceitava  bem, a autoridade exercida pela
metrópole sobre estes territórios. 
 Devido à guerra dos 7 anos a Inglaterra lançou novos impostos: entre outros,
sobre o chá, açúcar e papel selado.
 O imposto sobre o chá deu origem ao Boston Tea Party

Acontecimentos: 
1773- Boston Tea Party 
1774- Congresso de Filadélfia. Início da Guerra. O exército das colónias era liderado
por George Washington
4 de Julho de 1776 – aprovada a Declaração de Independência
1783- Tratado de Versalhes. Inglaterra reconhece a independência das colónias.

APLICAÇÃO DAS IDEIAS ILUMINISTAS:
Constituição de 1787:
Garantia dos direitos e liberdades dos cidadãos;
 Separação dos poderes legislativo, executivo e judicial; (ver esquema pág. 32)
Soberania da nação (sufrágio censitário) 
Separação entre a Igreja e o Estado

Conceitos:
Constituição: conjunto de leis fundamentais que regulam os direitos, garantias e
deveres dos cidadãos e a organização política do Estado.
Liberalismo: sistema político que defendia a liberdade, a igualdade, os direitos dos
cidadãos, a soberania do povo e a separação dos poderes. Opõe-se ao absolutismo.
República: regime político em que o cargo supremo é de eleição e por um certo
período de tempo.
Estado Federal: Estado que engloba vários estados cada qual com a sua autonomia
mas submetidos a uma Constituição comum e com uma política externa também
comum.

 

As grandes nações da Europa ocidental encontravam-se enfraquecidas economicamente, industrialmente e politicamente após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), pois o conflito devastou diversos países. Nesse contexto se despontaram duas potências mundiais com ideais divergentes, Estados Unidos e União Soviética, ambas queriam expandir as influências de seus sistemas político-econômicos (capitalismo e socialismo) pelo mundo. Essa rivalidade, conhecida como Guerra Fria, perdurou até a queda do socialismo, em 1991.

Um dos principais motivos que conduziram os Estados Unidos a se despontarem como potência mundial foi o financiamento ou o empréstimo que a nação forneceu aos países europeus para a reconstrução das nações destruídas pela guerra, esse processo foi denominado de plano Marshall. Além da ajuda financeira, os Estados Unidos abasteceram de produtos industrializados a Europa e outros países que anteriormente mantinham relações comerciais com as potências europeias.

Apesar da extrema importância que esse fato teve para a consolidação dos Estados Unidos como potência, existem outros fatores, como o enorme mercado consumidor interno, o sistema de colonização (povoamento), abundante mão de obra, potencial energético, jazidas minerais diversificadas, além de suportes estruturais nas áreas de logística, aperfeiçoamento de técnicas e tecnologias e uma malha urbana que favoreceu o funcionamento industrial.

 

Guerra da independência dos EUA

 
 
As treze colónias britânicas, instaladas no Norte do continente americano, revoltaram-se contra a metrópole no último quartel do século XVIII, e conseguiram a sua independência face ao império inglês e a constituição da nação hoje conhecida como Estados Unidos da América.
A Guerra dos Sete Anos (1756-1763) na qual se envolvera a Inglaterra, proporcionou um clima favorável ao sucesso da Revolução Americana, porque este conflito desestabilizou o Governo inglês e provocou um acréscimo das despesas do Estado, que este tentou colmatar com o lançamento de um imposto - Stamp Act - aplicado às colónias norte-americanas. Este imposto provocou a indignação das colónias, que se uniram num forte movimento de contestação contra os ingleses.
Os colonos fixados tanto no Norte como no Sul do território conjugaram esforços e ultrapassaram as suas diferenças culturais e até económicas para fazer vingar os seus pontos de vista. Em setembro de 1774, organizaram o Primeiro Congresso Continental em Filadélfia, onde estavam representadas todas as colónias.
O primeiro conflito teve lugar em Lexington. Em maio de 1775 foi reunido o Segundo Congresso Continental em Filadélfia, onde George Washington assumiu o comando das operações dos colonos. No ano seguinte o Congresso Continental apresentou a Declaração de Independência. Nesse ano travaram-se as batalhas de Long Island e de White Plains. No início de 1777 Washington conduziu a batalha de Princeton, à qual se seguiram as batalhas de Saratoga e de Monmouth.
Em 1779 os colonos já contavam com o apoio da Espanha e de França, um país muito ativo nas guerras pró-independência dos Estados Unidos e de outras futuras nações americanas. Os conflitos prosseguiram até ser assinado oTratado de Paris, a 3 de setembro de 1783, pelo qual Inglaterra reconhecia a independência das ex-colónias.
 
 
 In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-05-14].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$guerra-da-independencia-dos-eua>.